sexta-feira, 5 de maio de 2017
quinta-feira, 27 de abril de 2017
Mitose e meiose
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A mitose é o processo de divisão celular pelo qual uma
célula eucarionte origina, em sequência ordenada de etapas, duas células-filhas
cromossômica e geneticamente idênticas. Ela é um tipo de divisão celular que
ocorre desde o surgimento da primeira célula do bebê (célula-ovo ou zigoto) até
a nossa morte. Quando ainda estamos sendo gerados, no útero materno, é
necessário que ocorra a duplicação das células a fim de formar o novo ser. A
partir daí nunca mais paramos de realizar mitose. Esse processo é de suma
importância para continuarmos a nos desenvolver, a crescer, a repor as células
perdidas, como, por exemplo, ao sofrermos uma lesão na pele, ou perdermos células
sanguíneas (hemácias).
A meiose é um processo
de divisão celular formado por duas etapas. Por meio dela, há a formação de
quatro células haploides (um único conjunto cromossômico) a partir de uma única
célula diploide (conjunto de cromossomo em pares). Diferentemente da mitose, em
que uma célula diplóide, por exemplo, se divide formando duas células também
diplóides (divisão equacional), a meiose
é um tipo de divisão celular em que uma célula diplóide produz quatro células
haplóides, sendo por
este motivo uma divisão reducional.
Um fato que reforça o caráter reducional da meiose é que, embora
compreenda duas etapas sucessivas de divisão celular, os cromossomos só se
duplicam uma vez, durante a interfase – período que antecede tanto a mitose
como a meiose. No início da interfase, os filamentos de cromatina não estão
duplicados. Posteriormente, ainda nesta fase, ocorre a duplicação, ficando cada
cromossomo com duas cromátides.
Saiba
mais em:
So biologiasegunda-feira, 24 de abril de 2017
Doutoranda Milene Pereira Moreira
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lá pessoal, hoje
trouxemos mais uma entrevista desta vez a entrevistada é a Doutoranda Milene
Pereira Moreira, 32 anos, formada em biologia da Universidade UNA, mestrado e
doutorado em patologia na UFMG, com auxilio da Dra. Luciana Silva.
Projeto
de doutorado: Identificação
de biomarcadores em subpopulações de células-tronco do câncer em mulheres com
câncer mama e sua implicação na quimiorresistência.
Milene nos conta um pouco sobre seu projeto: “Eu
trabalho com câncer de mama, tipo de câncer mais incidente entre as mulheres no
mundo. Especificamente, eu trabalho com células-tronco do câncer de mama. A
teoria da célula-tronco do câncer acredita que essas células são responsáveis
pela formação do tumor, resistência ao tratamento, formação de metástase e
recorrência da doença”.
“Meu projeto visa identificar biomarcadores de
quimiorresistência nas subpopulações de células-tronco do câncer de mama
obtidas de amostras clínicas e associar os dados obtidos com os dados clínico-patológicos
da susceptibilidade/resistência aos quimioterápicos apresentada pelas
pacientes”.
Fizemos algumas
perguntinhas:
1-
Porque escolheu essa área?
Eu sempre gostei de biologia e
sempre sonhei em trabalhar em um laboratório.
2-
Porque você acha importante o projeto que desenvolve?
O câncer de mama possui uma
alta taxa de mortalidade no Brasil. Vários trabalhos mostram que as células
remanescentes do tumor após a quimioterapia mostram-se enriquecidas de
células-tronco do câncer, ou seja, o tratamento não é capaz de matar essas
células. Então, é importante desenvolver uma terapia especifica contra essa
população celular para a efetiva eliminação do tumor.
3-
Você acha que vai deixar uma contribuição para a sociedade?
Espero que sim, é muito
importante a observação das células-tronco do câncer na resistência do tumor não
tratamento quimioterápico. E com o nosso trabalho pretendemos identificar
possíveis marcadores relacionados à quimiorresistência, que no futuro deverão
passar por testes clínicos para serem validados com o objetivo de melhorar a
qualidade de vida das mulheres com esse tipo de câncer.
4-
Quais experiências você teve nessa área?
Comecei a trabalhar nessa área
quando era aluna de graduação, fiz minha iniciação científica na Funed no
serviço de Biologia Celular. E também desenvolvi o meu mestrado aqui e agora
desenvolvo meu doutorado.
5-
Qual a relação do seu projeto com o tema do blog?
O meu foco de trabalho são células, faço uma análise
molecular e morfológica de uma subpopulação celular específica, as células-tronco
do câncer.
Então foi isso por hoje
pessoal, espero que tenham gostado de conhecer um pouco mais o trabalho da
Milene, não se esqueçam de compartilhar com seus amigos, continue acessando o
blog.
segunda-feira, 17 de abril de 2017
Anomalias genéticas
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lá
pessoal, hoje vou falar o que são anomalias genéticas e dar alguns exemplos.
As
anomalias genéticas são doenças causadas por genes recessivos que surgem nos
seres humanos. Essas anomalias acontecem por causa de alterações no número ou
na estrutura de cromossomos durante o processo de divisão celular.
Nem todas as alterações cromossômicas causam doenças nos
portadores, mas podem aumentar as chances de tais anomalias se apresentarem em
seus filhos ou ate mesmo nas outras gerações.
Os problemas ocorrem quando temos números anormais de
cromossomos ou pares de cromossomos desordenados geneticamente.
É possível fazer um estudo genético dos pais antes de
terem um filho para que sejam identificadas as possibilidades desse filho vir a
nascer com alguma alteração genética. Porém, em algumas pessoas só é possível
identificar a ocorrência de alguma doença genética depois de terem um filho ou
um feto com uma anomalia. Portanto, uma anomalia genética pode ser
diagnosticada antes ou depois do nascimento, por meio de diversas técnicas.
Alguns
tipos de anomalias genéticas do homem são:
–
Albinismo
–
Anemia Falciforme
–
Daltonismo
–
Síndrome de Down
–
Síndrome de Nefelinite
–
Síndrome de Turner
Saiba
mais em:
segunda-feira, 10 de abril de 2017
Grande cientista: Mendel

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Mendel nasceu em 20 de julho de 1822, em Heinzendorf, na
parte da Silésia que pertencia a Áustria. Ao nascer seu nome era Johann, em
1843, aos 21 anos, entrou para um mosteiro onde foi ordenado padre com o nome
de Gregor. Em 1851 foi enviado à Universidade de Viena para desenvolver sua
vocação para ciência, onde estudou matemática e ciências físicas.
Em 1856 Mendel começou suas
experiências com ervilhas. Durante dois anos cultivou ervilhas para desenvolver
linhas “puras” com sete características distintas, como por exemplo: cor,
formato, tamanho e textura. Então começou a cultivar características
alternativas cruzando planas altas e baixas, ervilhas lisas e enrugadas.
Através disso Mendel foi capaz de mostrar que as características alternativas
eram herdadas. Assim a Lei da Segregação Independente tornou-se a primeira das
3 leis de Mendel sobre a Hereditariedade.
Mendel também descobriu que as características
individuais eram passadas através da reprodução. Cada par de características
operava independente do outro. Essa se tornou a segunda Lei de Mendel, a Lei de
Combinação Independente.
Já a terceira Lei, a Lei da
Dominação, sustenta que de dois fatores que fazem um par de características herdadas,
um é sempre dominante enquanto a outra é sempre recessiva.
Em 1865 ofereceu ao mundo as três leis da
hereditariedade, mas, o seu trabalho foi ignorado. Mendel fez descobertas que
mudaram o rumo da Biologia e posteriormente serviram de base para o conjunto de
leis da Genética.
No dia 6 de janeiro de 1884 Gregor Mendel foi encontrado
morto, em Brno, na República Tcheca, parece ter contraído uma doença do coração
e seus rins pararam de funcionar.
Em 1900, 16 anos após sua morte, seus artigos foram
descobertos por três botânicos. Em seguida, William Bateson, batizou o termo
genética, encaixando as leis de Mendel em sua pesquisa. Somente em 1930 sua
contribuição foi reconhecida. Assim, Mendel foi considerado como o cientista
que explicou as leis de hereditariedade.
Local de nascimento:
Saiba mais em:
Os 100 maiores cientistas
https://www.ebiografia.com/gregor_mendel/
sexta-feira, 7 de abril de 2017
segunda-feira, 3 de abril de 2017
Neurônio
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Neurônio
é a célula nervosa que, juntamente com as células da neuroglia, formam o tecido
nervoso. Este é responsável pela condução do impulso nervoso e possui a
capacidade de responder aos estímulos do meio, como a luz e o calor. Estas
células especializadas são, portanto, as unidades básicas do sistema que
processa as informações e estímulos no corpo humano.
Os neurônios podem ser classificados em quatro tipos
básicos, levando em consideração sua forma:
- Neurônios multipolares: possuem mais
de dois prolongamentos celulares. A maioria dos neurônios de nosso corpo é
classificada como esse tipo;
- Neurônios bipolares: possuem apenas um
dendrito e um axônio;
- Neurônios pseudounipolares: apresentam
apenas um prolongamento que parte do corpo celular, dividindo-se, posteriormente,
em dois. Um dos ramos assume o papel de dendrito e o outro de axônio;
- Neurônios unipolares: possuem apenas
um axônio.
Os
neurônios possuem três partes principais que são dendritos, corpo celular e
axônio.
Dendritos: onde
ocorre a recepção das informações, é parte receptora do neurônio;
Corpo celular:
responsável pela integração das informações;
Axônios: transporta
o impulso nervoso de um neurônio para outro ou de um neurônio para uma glândula
ou fibra muscular;
- Os neurônios
possuem as extremidades ramificadas (parte dos dendritos).
- A transmissão dos
impulsos nervosos entre neurônios, ou de um neurônio para outro tipo de célula,
ocorre através de uma reação físico-química.
A
sinapse é o local de contato (comunicação) entre dois neurônios. A
transferência do impulso nervoso nas sinapses ocorre graças aos
neurotransmissores. Estes são biomoléculas (substâncias químicas), produzidas
pelos neurônios e armazenados nas vesículas sinápticas (bolsas presentes nas
extremidades dos axônios).
Curiosidades:
- Um ser humano
adulto possui cerca de 85 bilhões de neurônios em seu corpo.
- O ramo da Biologia
que estuda o sistema nervoso é chamado de Neurociência.
- O ramo da Medicina
que estuda os transtornos do sistema nervoso é conhecido como Neurologia.
Saiba mais em:
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