segunda-feira, 6 de fevereiro de 2017

DNA e RNA


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lá pessoal! Hoje nos vamos falar sobre DNA (ácido desoxirribonucleico) e RNA (ácido ribonucleico).

O que é DNA e RNA:

DNA e RNA são siglas de substâncias químicas envolvidas na transmissão de caracteres hereditários e na produção de proteínas compostas, que são o principal constituinte dos seres vivos; são ácidos nucleicos encontrados em todas as células humanas.

De acordo com a biologia, o DNA faz o RNA, que faz proteína (embora existam exceções como os vírus, por exemplo, o vírus da AIDS). A informação contida no DNA está registrada na sequência de suas bases na cadeia, que indica outra sequência, a de aminoácidos substâncias que constituem as proteínas. O DNA não é o fabricante direto dessas proteínas; para isso ele forma um tipo específico de RNA, o RNA mensageiro. O código genético está no DNA, no núcleo das células, já as proteínas ficam no citoplasma celular, para onde se dirige o RNA mensageiro.


Qual é a diferença do DNA e RNA:

É da associação dos diferentes nucleotídeos que se formam as macromoléculas dos dois tipos de ácidos nucléicos: o ácido ribonucleico (RNA) e o ácido desoxirribonucleico (DNA). Eles foram assim chamados em função dos açúcares presente em suas moléculas: O RNA contém o açúcar ribose e o DNA contém o açúcar desoxirribose.

Outra diferença importante entre as moléculas de DNA e a de RNA diz respeito às bases nitrogenadas: no DNA, as bases são citosina, guanina, adenina e timina; no RNA, no lugar da timina, encontra-se a uracila. A importância é o bom funcionamento dos ácidos nucléicos.


Funções do DNA e RNA:

DNA é o material genético da célula. Ao realizar a replicação, gera outra cadeia de DNA transferindo as informações e caracteres hereditários. Já pelos processos de transcrição produz uma molécula de RNA. Localiza-se no núcleo, mitocôndria e cloroplastos.

RNA pelo processo de Tradução realiza a síntese de proteínas, em que o RNAr compõe a organela Ribossomo, o RNAm codifica uma sequência de aminoácidos do hialoplasma para os ribossomos encadeando-os.


Saiba mais em:
So Biologia
UOL

sexta-feira, 3 de fevereiro de 2017

Dra. Sílvia Ligório Fialho


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lá pessoal! Hoje vou falar sobre mais uma funcionária da Fundação Ezequiel Dias Funed), Dra. Sílvia Ligório Fialho, 39 anos, formada em Farmácia pela UFMG, com doutorado e mestrado em Ciências Farmacêuticas também pela UFMG. Seu projeto principal é um sistema de liberação de drogas para o tratamento de diferentes doenças, principalmente oculares e  câncer.

Fizemos algumas perguntinhas:


       1.    Por que você escolheu essa área de atuação?
Na verdade eu sou farmacêutica e desde que eu me formei eu sempre trabalhei na área de desenvolvimento sempre buscando novos medicamentos para tratar algumas doenças. Comecei no mestrado trabalhando na linha de  microemulsão, que é uma emulsão um pouco mais elaborada para tratar doenças tópicas do olho. Fui gostando da ideia de buscar uma nova forma de tratamento para doenças que não são fáceis de serem curadas. Quando falamos de um sistema de liberação, é porque ele vai pegar a droga e levar exatamente para onde é preciso, diferente do que nós temos hoje no mercado, como por exemplo, um comprimido ou um injetável, que ela vai para a circulação sistêmica. Quando eu tenho um sistema de liberação a droga vai ficar mais tempo circulando no organismo e eu não preciso injetar várias vezes, ou eu vou conseguir direcionar para o lugar que eu quero tratar. Pela minha formação, por eu ser farmacêutica e pela dificuldade de tratar várias doenças hoje, que eu passei a gostar dessa linha de pesquisa.


      2.    Por que você acha importante os projetos que você desenvolve?
Porque hoje, infelizmente, muitas doenças oftálmicas levam à cegueira e existe uma dificuldade muito grande de tratamento. Por exemplo, quando eu falo de uma doença da retina, o tratamento necessita de injeções semanais no olho. Então, isso para o paciente é muito doloroso e muito sacrificante, ele não vai continuar fazendo esse tratamento. Quando pegamos um trabalho nosso que consegue colocar um sistema dentro do olho e ele libera por pelo menos dois meses, isso é muito gratificante para o paciente. Eu vejo a importância de tratar uma doença que o paciente não conseguia tratar antes. É o mesmo caso do câncer, por exemplo,  eu consigo direcionar a droga de tratamento para o local de ação, porque o câncer hoje tem o problema que às vezes as drogas matam mais do que a própria doença, com muitos efeitos colaterais. Conseguimos direcionar a droga para que ela vá diretamente para o local que deve ser tratado, diminuindo um pouco os efeitos colaterais dos medicamentos. Com estes medicamentos que desenvolvemos eu vejo a importância de melhorar os tratamentos e a qualidade de vida dos pacientes quando comparado com os tratamentos existem hoje no mercado.

 
     3.    Quais as melhores descobertas que você já teve nessa área?
O projeto que tem mais avançado hoje com muitos resultados positivos, é inclusive o projeto da minha tese, em que desenvolvemos um implante biodegradável, que é como se fosse um comprimido bem pequenininho. Ele tem 1mm de diâmetro por 4 mm de comprimento e  o  objetivo desse implante é tratar doenças  da parte posterior do olho, principalmente a retina. Já fizemos vários estudos com  esses implantes e eles já foram inclusive testados em seres  humanos, o que chamamos de estudos clínicos. Por isso, eu considero um  projeto importante e de grande relevância, pois tem resultados clínicos positivos e nesse momento estamos aguardando financiamento para dar continuidade e aumentar o número de pacientes que podem ser tratados para tentar viabilizar a comercialização.

 
      4.    Em relação à inovação, você tem alguma patente ou texto científico? 
Tenho algumas patentes. Esse implante mesmo que eu falei para vocês  é uma patente nacional e internacional. Temos outra patente de implante para tratamento de toxoplasmose, outra que é de um sistema de liberação de talidomida, na verdade eu acho que são sete ou oito patentes se não me engano, e todas elas são voltadas para sistemas de liberação, sejam eles na forma de implantes ou de nanopartículas. Tem uma que é diferente, pois é de um adjuvante, que é a única que não é um sistema de liberação de drogas, mas sim um adjuvante desenvolvido aqui na Funed para a produção de soros. Artigos científicos eu tenho vários, sobre diversas linhas de trabalhos, mas principalmente na área de oftalmologia, que é o principal foco da minha linha de pesquisa.  Tenho algumas publicações na área de câncer que está começando agora, mas a maioria é na área de sistemas para tratamento de doenças oftálmicas.

 
       5.     Você acha que contribui para o empoderamento da mulher no mundo da ciência?
Acredito que sim. Acho que a partir do momento que a gente consegue levar a ciência para a comunidade, estamos contribuindo de alguma forma, além da publicação de artigos, do desenvolvimento de patentes, temos a formação de muitos recursos humanos. São alunos de graduação, pós-graduação que passam por aqui e acabam levando um pouquinho do nosso conhecimento para  a comunidade. Desta forma, é bastante relevante o que a gente faz em termos de conhecimento. Entre ser mulher ou homem, e não sei se isso faria diferença, eu acho que eu consigo contribuir levando o conhecimento  para outras pessoas.

 
       6.    O que você faz tem haver com o tema do nosso blog?
Sim, inclusive minha Bic Júnior fez uma pequena matéria sobre como os medicamentos atuam nas células. O que a gente faz é tudo voltado pra isso, pois o medicamento atua direto na célula e pode tratar, mas também matar. Então, abordamos como que eles atuam, se eles atuam para o lado bom ou para lado ruim. O que fazemos realmente tem tudo haver com o que vocês fazem. Não trabalhamos exatamente na fisiologia da célula, a bioquímica, mas trabalhamos direcionando o medicamento para ela ou tirando dela. 

 

               Então foi isso por hoje pessoal!

 

Espero que tenham gostado de conhecer um pouquinho do trabalho da Sílvia.  Continuem acessando o nosso blog.

quarta-feira, 1 de fevereiro de 2017

Grande cientista: James Watson


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lá pessoal, hoje vou falar sobre mais um cientista, James Watson.

James Dewey Watson nasceu no dia 6 de abril de 1928, em Chicago, no Estado de Illinois.

Em 1943, o jovem Watson entrou na Universidade de Chicago e recebeu seu bacharelato em zoologia em 1947. Enquanto sênior na universidade tinha se interessado em genética.

Em 1950, concluiu seu doutorado em Indiana e logo após viajou para Copenhague com uma bolsa de pós-doutorado. Em 1951, foi a uma conferência de Maurice Wilkins, um físico nuclear que se interessou por Biologia e estava começando a usar a cristalografia de Raio X para estudar a molécula de DNA e também conheceu Francis Crick, dando início a uma parceria.

Ao seguir o direcionamento do grande químico Linus Pauling, eles iniciaram uma construção de modelos de metal e papelão da molécula de DNA. O DNA que sabia-se existir em todas as células e que controlava a produção de enzimas, consistia de quatro bases, uma molécula de açúcar e uma molécula de fosfato.

A estratégia empregada por Watson e Crick era construir um modelo molecular que levasse em conta o tamanho e a configuração espacial dos nucleotídeos. Através de estudos de difração de Raio X, Watson e Crick revelaram que a molécula de DNA é um composto formado por duas longas cadeias paralelas, constituídas por nucleotídeos dispostos em sequência.

Em 1968, aceitou o cargo de diretor do Cold Spring Harbor Laboratory, neste mesmo ano James casou-se com Elizabeth Lewis, sua assistente do laboratório, união em que tiveram dois filhos. Em 1987, quando iniciou o projeto Human Genome Projec, Watson foi escolhido para lidera-lo, dando prestígio e aumentando sua imagem. Watson serviu como chefe do projeto até 1992, quando pediu sua demissão.

James continuou diretor do Cold Spring Harbor Laboratory até 1993, quando saiu para se tornar presidente da organização.

Há alguns anos James se aposentou e hoje, no ano de 2016, ele completou 88 anos de vida.

 

Local do nascimento:



Saiba mais em:

Livro: Os 100 maiores cientistas da história.

 

segunda-feira, 30 de janeiro de 2017

Voltamos das férias


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lá pessoal! O nosso blog está voltando das férias e, esse ano, estamos com força total, trazendo vários textos, várias entrevistas e muito mais.

                E vou começar falando das novidades que aconteceram enquanto nós estávamos de férias.

            Muitos já viram vários pais que guardam o cordão umbilical dos filhos, certo? Mas agora é diferente. Pais estão pagando para guardarem o dente de leite dos filhos, sabe por quê? Porque o dente de leite pode dar origem às células tronco. E muitos cientistas acham que isso pode ter utilidade no futuro, para ajuda na cura de algumas doenças.

            Já existem algumas pesquisas em andamento para a utilização dessas células, tanto em doenças, como também está sendo testada em animais.

Saiba mais sobre esse assunto: Folha UOL

         Ainda falando sobre dentes, pesquisadores britânicos e um brasileiro desenvolveram uma técnica que promete revolucionar o tratamento de cáries. E pode ser o fim da temida obturação.

          Os pesquisadores desenvolveram uma técnica que faz com que o dente com cárie se regenere sozinho, dispensando assim boa parte do tratamento tradicional. Funciona assim: uma esponja de colágeno encharcada com um remédio chamado tideglusib é colocada no buraco do dente, em contato com a polpa. Essa substância estimula as células tronco e, em pouco tempo, o dente volta a ser como antes.

           Ainda não foram feitos testes em seres humanos, mas os pesquisadores tem expectativas de que o tratamento esteja no mercado daqui a cinco anos.

Saiba mais sobre esse assunto:  G1 Globo

            Outra novidade que aconteceu, enquanto estávamos fora, foi o novo órgão identificado pelos cientistas, o “Mesentério”.

            A primeira menção ao mesentério foi feita no século XVI, por Leonardo Da Vinci. Essa parte do corpo era considerada apenas como um ligamento do aparelho digestivo.

            Com um estudo que durou cerca de seis anos, descobriu-se que o mesentério é um órgão único e contínuo.

            O mesentério é uma dobra dupla do peritônio - o revestimento da cavidade abdominal - que une o intestino com a parede do abdômen e permite que ele se mantenha no lugar.

A descoberta desse novo órgão abre caminho para novos estudos. E agora os cientistas querem detalhar, estudar a estrutura e função desse novo órgão.



Saiba mais em: BBC


            Espero que tenha se interessado pelas novidades, estávamos ansiosos para voltar para o blog. Continuem acessando e compartilhe com seus amigos!

terça-feira, 27 de dezembro de 2016

Férias

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lá pessoal, o nosso blog está entrando de férias, não fique triste pois em 2017 voltaremos com força total e muito mais postagens.
E pra nossa postagem de férias não poderia faltar a nossa Retrospectiva 2016...
O nosso blog começou no dia 14 de setembro com muitas expectativas.




Em outubro nos viemos com força total trazendo varias postagens sobre células, genes, novidades e começamos a postar entrevistas com os funcionários da Funed!

Em novembro nos viemos com biografias de cientistas famosos, e começamos com os quizzes. E além de tudo tivemos a oportunidade de participar da FINIT – Feira internacional de negócios, inovação e tecnologia, que foi uma grande experiência e também uma forma de divulgar o nosso blog.


E agora em dezembro nos continuamos com a nossa programação de postagens com vários textos, além da nossa participação no Premio Prof. Carlos Ribeiro Diniz. E nos viemos agradecer a vocês leitores, só nesse período tivemos um grande número de acessos no nosso blog e muita interação do publico através dos nossos quizzes, o que nos deixou muito felizes e empolgados para o próximo ano.





E nos ficamos por aqui com o nosso muito obrigado, boas festas, um Feliz Natal e um Feliz ano novo.


sexta-feira, 16 de dezembro de 2016

Heloisa Helena Marques Oliveira



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lá pessoal, hoje vou falar sobre mais uma funcionária da Fundação Ezequiel Dias (Funed), Heloisa Helena Marques Oliveira. Heloisa tem 41 anos, é formada em Ciências Biológicas e Biologia, com especialização em ensino de Ciências e Biologia e mestrado em Bioquímica e Imunologia, além de apoiar vários projetos do Laboratório de Biologia Celular da Funed.

Fizemos algumas perguntinhas:


·         Porque que você escolheu essa área?

Eu escolhi as Ciências Biológicas porque eu gosto de trabalhar com animais e plantas, mas as coisas se encaminharam de uma determinada forma que eu comecei a gostar muito de trabalhos de laboratório. Trabalho também na área de educação, há mais de vinte anos, pois eu gosto de ser professora. Na pesquisa, chegou um momento que eu resolvi fazer o mestrado e optei por fazer em Bioquímica. Depois que eu terminei o mestrado em Bioquímica tive a oportunidade de fazer o concurso público, então entrei como servidora da Funed. Foi definido, que eu trabalharia no Serviço de Biologia Celular e eu gostei muito, principalmente da parte de trabalhar com células, que em si é muito bom. Eu nunca tinha trabalhado nessa área antes e logo, estar aqui, não foi uma opção minha. Eu escolhi Ciências Biológicas e nem sonhava em trabalhar com Biologia Celular. Pensava que ia trabalhar com animais e plantas, nem sonhava com isso e acabou que eu me dei super bem.  Gosto muito de trabalhar e estou satisfeita com o trabalho de Biologia Celular.

 

·         Porque você acha importantes as atividades que desenvolve?

É muito importante porque primeiro a gente acredita que sempre vai gerar um resultado bom de pesquisa, então existe a possibilidade de chegarmos futuramente em algum fármaco importante, algum tipo de tratamento. Tem a parte de ensaios diagnósticos que eu acho muito interessante e importante também dentro do contexto da Funed, o de ser uma fundação pública, mantida com o dinheiro público. Acho que é importante, porque gera pesquisas que são fundamentais para a população.

 

·         Você acha que vai deixar alguma contribuição pra sociedade?

Nossa, eu acho que contribuo demais (risos).  Assim, qualquer resultado de pesquisa é importante e deve ser divulgado e o mínimo que pode acontecer é servir como referência para outros estudos que possam avançar um pouco mais. Então, mesmo que as coisas não deem os resultados esperados, pelo menos, podem ser usados por outros grupos de pesquisa, ou pode ser usado futuramente. Acho que só esse propósito que a gente tem de trabalhar em um sistema público, fazendo pesquisas com dinheiro público e com responsabilidade, porque sabemos que esse dinheiro que vem para Funed, poderia muito bem ir para outras áreas. Aqui é um país de terceiro mundo e que tem várias áreas que demandam, mas acho que é extremamente importante, que é muito válido.

 

·         Quais experiências você teve nessa área?

Posso citar alguns resultados bons de pesquisas que ainda estão em andamento, em termos de moléculas boas que, com dedicação e estudo, acho que podem ser utilizadas no futuro, na produção de algum fármaco. Acho que essa é uma experiência boa e a própria oportunidade de trabalhar com o cultivo de células é uma experiência muito legal, é muito bom ver a célula viva, trabalhar com o ser vivo, de uma forma geral, é muito bom, assim como trabalhar com o cultivo de células vivas é uma experiência muito boa, tanto para o aprendizado, quanto para trabalhar com o material.

 

·         Qual a relação do que você faz com o tema do blog?

Eu penso que o blog é importante para divulgar, porque às vezes as pessoas não sabem o que acontece dentro de uma instituição como a Funed. Então muitas pessoas associam a Funed só a produção de soros, a produção de medicamentos, a produção da fábrica. Algumas conseguem associar a Funed a exames de saúde pública, mas a parte de pesquisa mesmo é pouco divulgada. Poucas pessoas sabem que aqui tem pesquisa. Então eu acho que é muito importante no blog é que o ele divulga o que e feito aqui, e outra coisa que eu acho muito importante é a própria formação da blogueiras, porque é muito legal vocês estarem dentro de uma fundação de pesquisa, trabalhando com tecnologia, com o que tem de mais avançado em termos de mídia e fazendo divulgação dos trabalhos científicos que acontecem aqui, além de mostrar para um público que eu imagino ser jovem, que e possível fazer pesquisa, que aqui no Brasil se faz pesquisa e que existem boas opções de profissões, como o biólogo, o farmacêutico, o bioquímico. Tem gente que nem para pra pensar, pois existem aquelas profissões que são mais tradicionais, então as pessoas não se lembram que há outras profissões e nem sabem direito como elas atuam. Acho que isso é muito importante, mostrar a atuação dos profissionais e também os resultados obtidos aqui.

 

            Então, foi isso por hoje pessoal. Espero que tenham gostado de conhecer um pouco mais do trabalho da Heloisa.

 

Continuem acessando o nosso blog.

segunda-feira, 12 de dezembro de 2016

Adipócitos


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lá pessoal, hoje vou falar sobre o adipócito.

Os adipócitos são células que fazem parte do tecido adiposo, com função de atuar no fluxo energético corporal, armazenando energia na forma de gordura.

Um adipócito possui cerca de 80 a 95% de gordura em seu volume, o que corresponde a cerca de 0,5 a 1 μg de gordura por célula. Para conseguir armazenar essa quantidade de gordura, os adipócitos crescem cerca de 20 vezes o seu tamanho.

            O tecido adiposo desenvolve no período do nascimento, mas a quantidade de adipócitos pode aumentar de acordo com a alimentação e ingestão de calorias durante a vida.




O tecido adiposo pode ser dividido em duas partes:

Tecido adiposo unilocular: as células apresentam forma de esfera e o seu interior apresenta uma grande quantidade de lipídios.

            Tecido adiposo multilocular: as células são menores que as uniloculares, pois são constituídas de diversos vacúolos que se espalham por todo o citoplasma.

           

            Então é isso por hoje pessoal, espero que tenham gostado.

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InfoEscola
Ciência Viva